FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA

Àrea d'identificació

Identificador

Forma autoritzada del nom

FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA

Forma(es) paral·lela(es) del nom

  • FCC

Altra(es) forma(es) del nom

Tipus

  • Municipal

Àrea de contacte

Tipus

Adreça

Adreça

Rua Engenheiros Rebouças, 1732

Localitat

Curitiba

Regió

Paraná - PR

Nom del país

Brasil

Codi postal

80230-040

Telèfon

Fax

Correu electrònic

Nota

Àrea de descripció

Història

A Fundação Cultural de Curitiba nasceu do processo de transformações urbanas vivenciado pela cidade nas décadas de 1960 e 1970, que envolvia, além de uma série de ações de planejamento, uma política de preservação da cultura e da história da cidade. A definição do Setor Histórico, a criação do Centro de Criatividade de Curitiba e a inauguração do Teatro do Paiol, no início dos anos 70, contribuíram para amadurecer a proposta de um órgão municipal específico para gerenciar a as atividades culturais – até então, a cargo do Departamento de Relações Públicas e Promoções da Prefeitura.

Ao Paiol e ao CCC vieram somar outros espaços, como a Casa Romário Martins (1973), a Cinemateca de Curitiba (1975), o Teatro Universitário de Curitiba e o Circo Chic-Chic (1976), o Teatro do Piá (1978), o Solar do Barão (1980), a Casa da Memória (1981), a Gibiteca (1982), o Museu Metropolitano de Arte de Curitiba (1988), o Teatro Novelas Curitibanas (1992), o Conservatório de Música Popular Brasileira (1993), o Memorial de Curitiba (1996), a Casa Erbo Stenzel, o Teatro Cleon Jacques e a rede de bibliotecas da FCC – atualmente Casas da Leitura (1998), a Casa Hoffmann (2003), o Espaço Cultural Capela Santa Maria (2008), apenas para citar alguns dos 57 espaços culturais abertos à população atualmente.

Programas, projetos e ações culturais movimentam tais locais e mais de 700 espaços alternativos em toda a cidade. Tamanha rede, demanda de uma estrutura funcional, de logística e manutenção de grande porte.

Com a criação da Camerata Antíqua de Curitiba, em 1974, a FCC passou a contar com grupos artísticos permanentes na sua estrutura, que hoje comporta ainda a Banda Lyra Curitibana, o Vocal Brasileirão e o Coral Brasileirinho, as Orquestras A Base de Corda e Sopro.

A FCC realiza ou apoia os principais eventos culturais da cidade, como a Oficina de Música (desde 1983), o Festival de Curitiba, o Carnaval, o Aniversário da Cidade e, mais recentemente a Corrente Cultural e a Gibicon.

Como na maioria das cidades centenárias, os espaços culturais concentram-se no centro das mesmas – até por se tratarem de construções históricas restauradas destinadas aos fins culturais. Embora as primeiras iniciativas de descentralização datem de períodos anteriores, a implantação dos Núcleos de Arte e Cultura nas Regionais, em 1998, tornou-se o marco da política de desconcentração geográfica da ação cultural.

A história da FCC é pontuada ainda por outros importantes marcos: a criação da Lei de Incentivo à Cultura, em 1991, cuja revisão em 2005 deu origem ao Programa de Apoio e Incentivo à Cultura; o início das ações de responsabilidade social, com a criação do Programa Rede Sol – Arte Solidária, em 1997 e a criação do Conselho Municipal de Cultura, em 2006.
Consciente da importância das ações já desenvolvidas, a atual gestão investe na ampliação e no aprimoramento das mesmas, bem como em projetos de inovação para a cultura no município, a fim de escrever mais um capítulo na história desta instituição que já dura 40 anos.

Context geogràfic i cultural

A criação da Fundação Cultural de Curitiba se mistura à origem do Teatro do Paiol, inaugurado por Vinicius de Moraes, que veio à cidade pela primeira vez para a abertura do espaço, sem contrato escrito, acompanhado de Toquinho, Marília Medalha e o Trio Mocotó. A experiência foi tão marcante para o poeta que ele compôs a música “Paiol de Pólvora”, encantado com o que vivenciou em Curitiba.

A inauguração aconteceu no dia 27 de dezembro de 1971. A vinda de Vinicius e cia. se deu graças à determinação do jornalista Aramis Millarch, então diretor de Relações Públicas e Promoções da Prefeitura. Foi ele quem conseguiu localizar Vinicius em Itapoã, Bahia, na casa de Calazans Neto e convencê-lo a vir a Curitiba. Millarch tinha o aval do prefeito Jaime Lerner que, em seu primeiro ano de gestão, começava a pôr em prática um ambicioso plano urbano que mudou a cara de Curitiba.

O sucesso do evento marcou o início da Fundação Cultural de Curitiba, que só veio a nascer oficialmente no dia 5 de janeiro de 1973. A partir daí, graças a uma série de ações de planejamento, nasceu também uma política de preservação da cultura e da história da cidade, o que contribuiu para desencadear o processo de renovação cultural e configurar a necessidade de uma instituição para cuidar especialmente da política cultural do município.

Neste 2013, aos 40 anos, a FCC está tão impregnada à cidade que fica difícil imaginar Curitiba sem seus teatros, salas de aula e de exposição, museus, publicações, espaços e toda a sorte de manifestações artísticas. Pouca gente sabe, porém, quanta gente ela envolveu nesse período de tempo e quanto talento, esforço, criatividade, inspiração e transpiração exigiu de seus funcionários, muitas vezes anônimos, sempre entusiasmados, vestindo a camisa do grande time cultural.

A ideia de aproveitar o antigo paiol para nele construir um teatro partiu da própria classe artística. A sugestão, apresentada à Prefeitura, encontrou simpatia e apoio no prefeito à época, Jaime Lerner, que viu no espaço o ponto de partida para movimentar a vida cultural da cidade.

Para adequar o espaço, foi chamado o arquiteto Abrão Assad, que manteve as características originais da construção, transformando-a no único teatro de arena de Curitiba. As obras ainda estavam em andamento quando foi marcada a data de inauguração, 27 de dezembro de 1971. Para o evento, o poeta Vinicius de Moraes.

Curitiba, no início dos anos de 1970, ainda não fazia parte do grande circuito cultural do país.Por isso, o anúncio da vinda de Vinicius de Moraes trouxe muita expectativa à população. Após abençoar o espaço com uísque, Vinicius sugeriu o nome de Paiol de Pólvora e, acompanhado por Toquinho, Marília Medalha e o Trio Mocotó, apresentou o show Encontro, que lotou a casa nas três noites seguintes.

Em homenagem ao teatro recém-criado e ao carinho da acolhida, Vinicius e Toquinho compuseram a música Paiol de Pólvora, que remetia tanto ao espaço quanto à liberdade cultural que se almejava, numa referência ao contexto político vigente no país.

Estopim para uma política cultural, o Paiol se tornou o símbolo da Fundação Cultural de Curitiba. A partir de então, foi palco de apresentações musicais e teatrais, além de cursos, palestras, oficinas e inúmeras exposições. Espaço democrático, recebeu tanto os nomes da cena local como artistas consagrados nacionalmente.

Mandats/Fonts d'autoritat

Estructura administrativa

Presidente
Marcelo Cattani

Superintendente
Ana Cristina de Castro

Diretor de Ação Cultural
José Roberto Lança

Diretor de Patrimônio Cultural
Marcelo Sutil

Diretora de Incentivo à Cultura
Loismary Pache

Diretor Administrativo e Financeiro
Cristiano Augusto Solis de Figueiredo Morrissy

Diretora de Comunicação
Thaísa Marques Teixeira Sade

Gestió documental i polítiques de....

Edificis

Fons

Instruments de descripció, guies i publicacions

Àrea de condicions d'accés i ús

Horari d'obertura

Condicions d'accés i requeriments

Accessibilitat

Àrea de serveis als usuaris

Serveis per a la recerca

Serveis de reproducció de documents

Àrees públiques

Àrea de control

Identificador de la descripció

Identificador de la institució

Regles o convencions

Estat d'elaboració

Nivell de detall

Parcial

Dates de creació, revisió i eliminació

Criada no dia 5 de janeiro de 1973.

Idioma(es)

  • portuguès de Brasil

Escriptura(es)

Notes de manteniment

Punts d'accés

Punts d'accés

  • Clipboard

Contacte principal

Rua Engenheiros Rebouças, 1732
Curitiba, Paraná - PR
BR 80230-040